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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Amor em Tempos Modernos

Acabei de ler um texto (acho que do Jabor, ele diz que muitos não são dele...enfim), mas um que anda por aqui. É realmente curioso como somos levados, nesses tempos atuais a pensar que tudo é provisório, que tudo pode ser trocado, que a vida é uma embalagem descartável...Evidente que nada é para sempre, mas a essência, essa permanece.


É tempo de pensarmos um pouco mais nesses conceitos "modernos". 

 Realmente acredito que temos que pensar, sentir e aquilo que não dá certo se descarta e não transformar sua vida num inferno, num vaso de dor, piedade, pena de sim mesmo ou do outro. Porém quando é possível, por que não acreditar? É possível re-novar?


Seguir adiante diante das dificuldades é sinal de maturidade, desistir: infantilidade. Sei muito bem o que é isso, vivi isso.

Hoje tenho plena consciência de como é bom encontrar alguém que tenha a ver com você, mas também sei que ninguém é igual a você, que bom! Essa natureza dos relacionamentos é o que nos faz crescer.

Já disse isso uma vez aqui: ninguém tem que ceder, você tem que encontrar alguém que ao olhar pra essa pessoa você simplesmente tem vontade de fazer o que agrada a esse alguém, que ao agradar esse alguém, agradar também te agrada. (E olha, não diga que está difícil, impossível, encontrar, basta que tenhamos paciência e não nos atiremos nos primeiros braços só para não ficar sozinho!)


Ninguém nasceu para viver só, também não nascemos para sofrer, por isso sempre é tempo de avaliar e andar, caminhar, seguir e saber que quando estamos diante da nossa companhia de jornada, se predisponha diante dela, saiba que terão tempos de isolamento, tempo que você vai cair, que o outro vai cair, mas saiba também que terão um ao lado do outro para entender, ouvir e ajudar-se mutuamente.



Aprender a ouvir com o coração, essa sim é a nossa tarefa, saber dos seus limites, alcançar o outro
seguir pela fé, pelo amor!




Texto do Jabor: Relacionamentos

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Amor e Respeito, Mulheres do Presente, presente!


Meu caro boa noite, primeiramente gostaria de parabeniza lo pelo seu trabalho e seriedade.

Bem, meu caso é o seguinte, conheci a um ano uma moça tenho 24 e ela 21 anos, nosso relacionamento criou bases sólidas e pensamos em um futuro juntos, no inicio do relacionamento ela havia me dito que antes de mim teve dois namorados, um de dois anos e o ultimo que durou 4 anos e que ela inclusive morou um ano junto, aí que entra a questão, não tenho ciumes de ela ter tido relações sexuais ou ter se deitado com outros homens, meu ciúme vem justamente do fato de ela ter morado junto, como se os planos que fazemos hoje, que para mim são inéditos para ela fosse apenas um reprise de algo que já viveu e agora com outro personagem, sei que não é justo pensar nisso e sofro bastante, já discutimos uma vez e quase terminamos, eu não jogo nada na cara dela, pois sei que não e justo, é a vida dela e ela viveu da melhor maneira acredito, assim como eu vivi a minha. O problema é que eu nutri dentro de mim esse sentimento, e já não sei o que fazer, não me comparo com o ex dela que nem sei quem é, nem procuro saber pormenores do fato, mas essa questão e ela já ter feito planos e ter divido o dia a dia e a vida com outra pessoa me assombram, mesmo sendo um caso encerrado na vida dela, quero ter paz e poder planejar um futuro com ela sem esses fantasmas. |

No inicio do relacionamento nem me importei com isso, achei que seria apenas diversão para ambos os lados, mas com o passar do tempo junto com o sentimento crescente veio o incômodo com esse fato, que até pensei ter esquecido, mas esses dias caiu como uma bomba em cima de mim, e ao ler relatos de homens que passam 5, 10, 30 anos com a parceira sempre mergulhados nesse tipo de pensamento fico extremamente preocupado, pois não quero me ater a isso.

O que posso fazer?

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Gênesis - Onde nasce o amor?

A mentira é o medo do futuro
uma história de amor
Onde nasce o amor?
Quando criança aprendemos a amar, em realidade quando crianças já sabemos o que é o amor, quando crescemos vamos esquecendo. 
As pessoas necessitam tanto de uma companhia que esquecem de onde vem o amor.


A experiência do amor tem muito a ver com aquilo que chamamos crescimento.
Em nossas fases de vida desde o nascimento somos colocados, fase a fase, frente a situações de desenvolvimento, ou de des-envolvimento.
É um grande circulo ou uma espiral que gira em torno do envolver e des-envolver.
Viver passa a ser um aprendizado, onde o importante é aprender e desaprender, sem deixar de reter o conhecimento, mas aproveitando o melhor de cada jornada.

Imagine uma menina que ganha uma boneca de presente. Assim que ganha vem uma euforia, uma grande alegria do receber o presente, naturalmente o momento seguinte é brincar com o presente, assim o ganhar ficou para trás, mas a sensação do ganhar não, pelo contrário, será repetido inúmeras vezes, tantas quantas se sentir feliz ao receber um novo presente. Já o brincar ganhará muitas formas, algumas se repetirão, outras serão sempre uma novidade e a forma que mais agrada será marcada e gravada. Agora se essa menina estabelecer uma relação com esse brincar de forma estática, se a regra para brincar for sempre a mesma, ela vai se envolver com essa relação também sem a possibilidade da mudança e levará por uma vida e não conseguirá se des-envolver dessa relação e permanecerá como a única possibilidade.
Com o passar do tempo, se não for dessa forma conhecida, terá medo de arriscar e não ser feliz com essa “brincadeira”.

São nas fases mais antigas que estabelecemos nossas regras de relacionamentos e desenvolvimentos e a partir de lá criamos nosso padrão de comportamento.

terça-feira, 15 de julho de 2014

BV ou TPTM - Boca Virgem ou tem pra todo mundo?

Olá,a historia é a seguinte:


Eu tenho 22 anos,nunca beijei,nunca transei(enquanto a maioria do pessoal da minha idade começou isso com 13,16 anos). Sempre acontece uma coisa muito ''estranha'' comigo,eu me apaixono por uma mulher,aí ela da uns supostos sinais,ou indiretas para mim,eu então me declaro pra ela,e ela diz que também sente o mesmo por mim...Só que pouco tempo depois,ela me dispensa,sem explicações coerentes,seja de forma agressiva,seja de forma educada.....mas uma coisa é fato,eu sempre fico no '''quase'',ou será que elas apenas estavam me iludindo para inflar o ego delas?(vale ressaltar que nas 2 das 3 vezes em que isso aconteceu,elas tinham recém terminado um namoro).
Como eu disse,eu nunca beijei,acho que as mulheres nunca me viram como um ''homem com testículos'',desde os tempos de escola percebia isso,as meninas chegavam e cumprimentavam os cafajestes e maloqueiros com beijos no rosto,abraços ''acalorados'',e comigo era um misero ''e aí fulano,beleza?''

O que será que eu tenho de errado?
Todo mundo diz que eu sou bonito,que eu sou boa pessoa,que eu sou solidário,mas acho que nunca atraí mulher alguma,as que pareciam estar se sentindo atraídas acho que na verdade só queriam me usar como inflador de ego ou muleta emocionalObrigado pela atenção

Antes de qualquer coisa você é um felizardo, uma pessoa muito abençoada.

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